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Perguntas e Respostas com Richard Hughes sobre a turnê europeia

O pessoal do Keane Nederland mandou uma série de perguntas para Richard Hughes sobre a atual turnê do Keane pela Europa. Confira:

Como Tom prepara sua voz para que possa se apresentar a noite toda, a turnê toda?
Ele normalmente aquece por um tempinho, embora uma vez que eles tenha cantado na passagem de som, sua voz tende a ficar bem aquecida, e não precisa muito. Nós definitivamente tentamos cantar o mínimo quando vamos tocar três shows seguidos – ele provavelmente não vai cantar muito na passagem de som de Paris, por exemplo.

O Keane tocou recentemente um cover incrível de The River, mas SE Bruce Springsteen planejasse fazer um cover do Keane, qual vocês gostariam que fosse?
Uau, boa pergunta – acho que Strangeland tem mais músicas nossas com vibe Springsteen nela, então talvez Sovereign Light Café… acho que soaria legal!

Você tocou muito em lugares fechados e abertos, mas qual você prefere, e por quê?
Grandes festivais são muito divertidos, especialmente quando fica escuro, então se eu pudesse tocar só um show é este que eu gostaria, mas não ligo!

Há alguns anos havia algo chamado “o mini doc” durante a turnê, esse conceito brilhante vai voltar?
Ha, foi o Tom, certo? Depende se ele se sentir inspirado a usar sua câmera (então provavelmente não!)

Quando falamos de conceitos brilhantes, e quanto ao retorno das entrevistas do “what do you think of”? Elas eram muito engraçadas.
Veja acima!

Você já considerou tocar com uma Orquestra Sinfônica?
Adoraríamos. Outra da longa lista de coisas que adoraríamos de fazer. Gostei muito de coisas como a sessão do iTunes de uns dois anos atrás – com uma pequeno grupo de cordas.

Quando os holandeses viajam para um país estrangeiro levam manteiga de amendoim, batatas e café com eles. Há alguma coisa que você leva consigo na turnê?
Café, obviamente (feijões, amolador e aeropress ou filtro V60)

Você não fica cansado de tocar quase todo dia? E o que vocês fazem para se menterem saudáveis?
Tom e Jesse acabaram de ir para a academia enquanto escrevo isto. Todos nós malhamos (eu só malho em dias de folga porque o show é um exercício para mim). Tentamos comer bem (nada de chocolate no ônibus de turnê!) e temos sorte de ter a Popcorn Catering (companhia) conosco nesta turnê, e eles fazem para nós (e nossa equipe) comida saudável adorável todo dia.

Quem faz as setlists e qual é a motivação por trás de algumas das canções?
Tom gosta de fazê-las no momento, e ele está olhando para o jeito que as canções fluem, e o jeito que elas vão de uma nota para outra – às vezes ele acha que uma combinação de canções dificulta a afinação, então ele se atenta a isso. Aí só depende de quanto tempo temos, e como é o lugar – uma canção como Black Rain não soaria boa em um galpão cavernoso, mas pode ficar bem em um teatro.

Hoje em dia a indústria da música é mais baseada no single ao invés de fazer ótimos albuns. O que você acha disso?
Ainda vemos muitos álbuns por aí, mas percebemos que o mundo mudou – sempre tentamos fazer um álbum de ótimas músicas do começo ao fim, mas consigo ver que isso pune as pessoas que costumavam fazer um álbum de um ou dois singles muitas ‘para encher linguiça’…

Você está interessado em novas bandas/músicos e você os ajuda a acharem seu caminho na indústria da música?
É claro – a melhor coisa que podemos fazer é convidar boas bandas para tocarem conosco, que é o que sempre fizemos.

Já existem planos para o álbum número 5?
Não – ainda estamos na turnê do álbum 4!

Quais países, em que não esteve, gostaria de visitar?
Gostaria de voltar para a China, e tocar em mais lugares lá, além da Nova Zelândia, e alguns dos países que perdemos na América do Sul, como Bolívia, Equador, Venezuela… Também acho que deveríamos ir para o Havaí, e eu adoraria tocar no Alasca!

Ter filhos e casar afeta a composição e os assuntos sobre os quais vocês escrevem?
A vida certamente contribui com sobre o que Tim escreve, então eu diria que sim.

Sabemos que Tom é um brilhante compositor desde a canção Closer Now e Jesse desde sua época com The Mets e Mt. Desolation. Mas por que todas as canções do Keane são escritas pelo Tim?
Tom nunca mandou uma canção que ele queira que façamos, mas quem sabe o que pode acontecer no futuro.

Qual lugar em que você tocou é o seu favorito e por quê?
Essa é uma pergunta quase impossível, mas muitos dos primeiros shows têm boas lembranças – o primeiro Glastonbury, por exemplo.

Novamente, muito obrigado pela oportunidade!
Sem problemas. Obrigado pelo ótimo conjunto de perguntas!

Fontes: Keane e Keane Nederland


Perguntas e respostas com Tim Rice-Oxley sobre a turnê na Ásia

Olá, Tim. Como vai?
Muito bem, obrigado. Fiz uma grande caminhada por Bangkok esta tarde e meus pés estão doendo.

Onde você está agora?
Estou em um avião voando da Tailândia para casa. Ficaremos em casa por alguns dias e então iremos a Beirute e depois a turnê europeia.

Então, vocês ficaram na Ásia por 10 dias, como está indo?
Foi uma turnê realmente ótima. Todos foram muito acolhedores e amigáveis. Também sinto que consegui ver um pouco mais de algumas das cidades que visitamos do que o normal. Encontramos algumas pessoas interessantes e nos divertimos muito.

Como foram os shows até agora?
As plateias foram ótimas e acho que tocamos muito bem. Foram shows grandes também, o que nos faz sentir muito especiais. Também tocamos algumas canções que não tocamos por um tempo, como The Lovers Are Losing e Snowed Under, o que nos mantém em alerta.

As plateias estão ótimas das fotos do Richard.
Sim, eles foram incrivelmente entusiastas, muitos rostos sorridentes e cantoria muito alta…!

Com um show a cada dois dias e as distâncias muito grandes entre eles, provavelmente você está gastando muito tempo viajando?
A viagem tem sido definitivamente intensa. Muitos voos e muito tempo gasto em vans de e para aerportos e casas de shows. Jakarta tem o trânsito mais louco que vivenciamos até agora!

O que você tende a fazer enquanto está em voos?
Normalmente eu leio – acabei de terminar Trópico de Capricórnio de Henry Muller, e fui para Caravana de Destinos de John Steinbeck. Se o voo for um pouco mais longo eu posso ficar preso em um pouco de Modern Family ou Mad Men.

Você também está visitando alguns lugares onde o Keane nunca esteve antes – conseguiu fazer algum turismo?
Fiz muito turismo, ou pelo menos consegui ter um pouco de algo cultural, na maior parte dos lugares. Na verdade foi brilhante, porque é frustrante quando você vai pra algum lugar excitante e exótico e sai sem sentir que viu alguma coisa fora o hotel e a casa de shows. Cantamos karaoke em Taipei, experimentamos o Gangnam Style em primeira mão em Seul, comemos muito sushi no restaurante que inspirou a grande cena de luta de Kill Bill em Tóquio, fomos a uma jacuzzi gelada em Jacarta (ok, foi só eu), e visitamos o Grand Palace e pegamos um barco comprido pelo rio em Bangkok. Entre muitas outras coisas. Foi muito divertido.

Quando você voltar, tem apenas umas duas semanas antes da turnê europeia começar. O que fará durante o período de folga?
Acho que são seis dias até voarmos para Beirute, então não é muito tempo. Eu estarei principalmente cuidando de uma pilha enorme de lavanderia dessa turnê, e fazer coisas empolgantes como ir ao dentista. Me deseje sorte.

E provavelmente você está ansioso com as datas europeias e em finalizar o ano com a turnê nas arenas britânicas?
Sim, acho que esse é o nosso ano mais corrido de todos. Esses últimos meses são particularmente intensos, na melhor maneira possível. Sinto que estamos nos divertindo e tocando muito bem, então é ótimo ficar ocupado até o Natal. A turnê europeia é facilmente a mais extensa que já fizemos, com muitos lugares novos, e será um prazer estar de volta às arenas do Reino Unido tocando as canções de Strangeland.

Fonte: keanemusic.com


Perguntas e Respostas dos fãs asiáticos ao Keane

Antes da turnê do Keane na Ásia, os fãs do Japão, Coreia, Filipinas, Taiwan, Filipinas e Indonésia fizeram perguntas ao Keane através do Facebook. A banda respondeu a algumas, e agora as transcrevemos aqui:

TOM
Há alguma canção do Keane que Jesse ainda não saiba tocar?
Patt Path

Acho que a pergunta deveria ser “Há alguma canção do Keane que Jesse saiba tocar?”

Minha pergunta é “Vocês tocariam canções dos seus álbuns anteriores também ou seu show focaria mais em Strangeland?”.
Nur Alia

Vamos tocar canções de todos os álbuns, mas há tantas canções boas em Strangeland que é uma pena não tocar tantas delas quanto o possível!

Qual foi o melhor momento que vocês tiveram juntos?
Luvena Natashja Susanto

Cantar karaoke em um bar na Austrália. Tim cantando 99 Problems do Jay-Z.

Qual canção do Keane é a mais significativa para você?
Jo-Anne Chang

Do novo disco adoro In Your Own Time. Também adoro Everybody’s Changing e My Shadow. Bedshaped é muito boa. Todas elas, aliás.

TIM

Tim, você não pensa em compor música para cinema? Música é muito importante em um filme, se eu pudesse ver o filme com sua música, seria fantástico!
Miho Habuka

É uma boa pergunta. Já me pediram para fazer umas coisas. O problema é que isso consome muito tempo e mal tenho tempo suficiente para escrever canções para o Keane quando estamos em turnê! Também sinto que é uma área muito especializada e preciso aprender mais sobre ela. Às vezes tenho ideias para peças instrumentais, e gravei uma ou duas delas – eu acho que soam boas. Então espero fazer alguma coisa um dia.

Qual é sua comida asiática favorita?
Bert Manalo

Bom, eu não sou um expert, mas tenho que dizer que absolutamente amo comer sashimi quando estamos no Japão. Parece tão puro. Lembro que na primeira vez que fomos ao Japão nossa gravadora nos levou a um restaurante bem chique e o garçom saiu com um peixe que ainda estava se mexendo! Foi ligeiramente alarmante, mas não fica mais fresco que isso…!

Para Tim, o que você acha de vacas?
Patt Path

Adoro vacas. Quando eu era garoto tinha uma foto polaroide que tirei de uma vaca na parede do meu quarto por muitos, muitos anos. Ela estava tentando lamber a câmera eu acho! Adoro ir ver as vacas sendo ordenhadas na nossa fazenda local, e há um rebanho bovino que pasta pelo rio perto da minha casa. Elas são animais muito mansos, e acho que os sistemas digestivos delas são uma das maravilhas do mundo natural.

Por que a maioria de suas canções é sobre melancolia e lutas? Mesmo as otimistas sãod e alguma forma tristes e trágicas. Não me entenda errado. Amo suas canções e mal posso esperar para ouvir vocês tocá-las ao vivo!
Bee Bucao

É difícil dizer. Você pode argumentar que eu sou um tipo de cara melancólico! Mas provavelmente não é tão simples assim. As canções que eu gosto tendem a ser tristes, então provavelmente eu tenha crescido pensando que é assim que uma boa música pop deveria ser. Me lembro de Thom Yorke dizer que nossa geração era parte de uma “cultura da reclamação”, que eu acho que geralmente é verdade. Eu suspeito que possa ter algo a ver com o fato de que no Reino Unido não fomos arruinados por guerras mundiais e sérias dificuldades nos últimos 60 anos aproximadamente – então não há uma necessidade verdadeira de manter os espíritos elevados e distrair as pessoas do sofrimento e medo diários como havia para as pessoas na primeira metade do século XX, e naturalmente as pessoas lidando com as consequências da Segunda Guerra Mundial. Enfim, é uma teoria…! Em um nível pessoal, acho esses tipos de canções mais interessantes. Acho que a tristeza tende a ser mais complexa do que a felicidade.

RICHARD

O que mais impressionou você na última vez na Tailândia?
Toffee Nopnida

Nós visitamos um complexo de templo enorme que me impressionou bastante.

Oi pessoal! Então, esta é primeira vez em que vão tocar nas Filipinas. O que você espera do público e de todo o resto?
Angelica Mae Felipe

R. Vai ser tão divertido estar lá! Tenho certeza que o público será incrível, e cantará junto como em todos os lugares, mas não sei o que esperar – é parte da diversão de fazer turnê!

Por que demoraram tanto?
Nils Karczewski

Boa pergunta, e uma que me fiz durante um tempo. Peço desculpas, mas estou tão contente que finalmente estamos indo para tantos lugares novos. Eu sei que têm mais para visitar, também – acontece que é um planeta grande, com muitas cidades… e há muitas mais para onde voltar, isso é o que eu amo em turnês.

How do you maintain the drive and the passion in doing what you love?
Patrizia Marcelo

It’s fun! I get to travel the world with a group of friends, then go home and hang out making music – doesn’t take much to realise I’m one of the luckiest people alive.

Como você mantém a energia e a paixão em fazer o que você ama?
Patrizia Marcelo

É diversão! Eu consigo viajar pelo mundo com um grupo de amigos, depois ir para casa e sair e fazer música – não é preciso muito para perceber que sou uma das pessoas mais sortudas vivas.

Que tipo de imagem você tem da Coreia do Sul na sua mente?
Ah Reum Kim

Eu me lembro de estar em Seul na última vez que tocamos lá, de estar muito quente, e da plateia ainda dar muita energia – isso fica muito na minha mente. Me lembro de pessoas com toalhas nas cabeças para ajudar a manter a calma entre as bandas, e até alguém com um capacete de moto. Foi um ótimo show, mas não vejo a hora de voltar e tocar um show solo completo. Também fui a um templo e um jardim muito bonitos, onde tirei algumas fotos – acho que as postei no fotoblog. Espero tirar mais dessa vez.

JESSE

Qual canção é a melhor para tocar entre as do Keane?
Hyunjoo Park Hi

Is It Any Wonder? ou Sovereign Light Café.

O Mt. Desolation lançará outro álbum? Vocês têm algum projeto paralelo alinhado?
Chrissy Priya Chandran

Talvez um dia, mas acho que todos nós estamos ansiosos em continuar com o próximo álbum do Keane.

A qual(is) canção(s) você escuta essa semana?
Puranut Wisutjindaporn

Window (Mirror) Shadow de Adrian Orange & Her Band e Kyrie from Missa Luba de Les Troubadours Du Roi Baudouin.

Se você tivesse a chance de colaborar com um artista asiático, quem você escolheria? *dica: alguém das Filipinas talvez?*
Charmie Saligumba

Alguém que não seja famoso e toque um instrumento que não ouvimos na Inglaterra!

Quais são os três itens mais interessantes em sua lista de exigências para sua visita à Ásia?
Tara Kostecki

Temo que nossa lista de exigências seja vergonhosamente chata e previsível. Cerveja local, água e alguma fruta que é raramente comida!

Fonte: KeaneMusic.com


Perguntas e Respostas com Jesse Quin sobre os shows na América Latina

Olá Jesse, como você está?

Muito bem, obrigado.

Onde você está neste momento e o que você estava fazendo antes de começar a responder essas perguntas?

Estou no meu quarto no hotel em Monterrey (México) gravando algumas músicas que estou trabalhando com meu violão e aproveitando para treinar a parte do baixo para o próximo demo do Keane.

Como foi a viagem pela América Latina até agora?

Boa! É muito bom se sentir amado, não é? Porem, a dieta de hambúrgueres e cervejas não.

Vocês pousaram na Argentina, vocês tiveram alguma chance de ver alguma coisa, ou apenas permaneceram no aeroporto?

Infelizmente ficamos aproximadamente uma hora no café do aeroporto – que é uma pena, Buenos Aires é um dos meus lugares favoritos.

A próxima parada foi no Paraguai para seu primeiro show em Assunção. Vocês tiveram chance de conhecer a cidade?

Eu vi do hotel e o bar ao lado dele. Eu tinha uma boa vista da janela apesar de tudo. Adorei as flores roxas! Como elas se chamam? [ Comentário do Keane Brasil: Será que são ipês? É comum nessa época ]

Há alguma coisa especial que você tenta fazer quando você vai para um país desconhecido?

Bom, eu não sou muito “turista”, então eu raramente saio para um passeios para conhecer a cidade. Se a gente está em um bairro bacana eu gosto de dar uma saída e ver a atmosfera do bairro. Quando você não tem muito tempo nos lugares muitas cidades são muito alienígenas [ no sentido de estranho ] e impenetráveis que faz você se sentir longe de casa e é muito fácil de ficar preso no hotel.

E como foi o show do Paraguai?

Assunção foi incrível porque ninguém compra ingressos até o último minuto sendo que só tínhamos vendidos alguns milhares de ingressos umas semanas antes do show. Ficamos preocupados que iríamos para um lugar que ninguém gostasse/ligasse para nós. E foi exatamente o contrário! Tocamos super bem com a ajuda do pessoal.

Daí vocês foram ao Brasil para tocar com o Maroon 5. Você deve conhecer bem o Rio e São Paulo agora, né?

Eu não conheço nenhuma das cidades muito bem, mas as duas vezes que estive no Rio ficamos perto da praia, que era maravilhosa! Quando eu era criança eu imaginava fazer tours pelo Reino Unido, Estados Unidos e Europa, eu jamais imaginei que eu acabaria tocando em lugares como o Rio ou São Paulo!

O que são suas coisas favoritas sobre o Brasil?

Eu amo os morros e a natureza no Rio. Os morros, a praia, as árvores e os pássaros e as coisas. Os primeiros colonizadores devem ter ficado surpreendidos.

E como foram os dois shows no Brasil?

Os dois shows do Maroon 5 no Brasil foram ótimos foi um excitante desafio tentar conquistar o público que não conhecia nossa música ou não gostam dela. Apesar disso, eu imagino que tinham vários fãs do Keane torcendo por nós lá. Acho que tocamos muito bem em São Paulo mas não muito bem no Rio. No Rio foi mais difícil porque o espaço no palco era menor e a plateia enorme então me senti um pouco desconfortável em me conectar com o pessoal.

E agora vocês têm dois shows no México. Vocês estão ansiosos com esses shows?

Definitivamente! A única coisa que eu me importo são os shows. Nada mais importa.

Deve ser um tanto quanto incrível ter esse sentimento de voar para o outro lado do mundo para ver pessoas que estão conectadas com a sua música?

É surreal. É engraçado quando você está gravando e você pensa como as pessoas irão ouvir e sobre lugares que você nunca ouviu falar! Eu acho que as pessoas sempre gostar de música boa, de qualquer lugar que seja.

Finalmente, você comprou algum souvenir para levar para casa?

Nós ganhamos muitos presentes que foi um gesto muito bacana. Alguém me deu alguns dedoches que eu vou dar para a minha filha. Outra pessoa me deu um potinho com pássaros com brilhos do lado que eu gostei muito. Obrigado!

Tradução livre.

Originalmente publicado no site oficial.


Tom Chaplin revela planos de lançar um álbum solo

De acordo com um artigo da Pressparty, Tom Chaplin lançará um álbum solo em um futuro próximo. Assim como Mt. Desolation, o projeto paralelo de Tim Rice-Oxley e Jesse Quin, isso não significará a separação do Keane.

[O cantor de] 33 anos, cujo material da banda é normalmente escrito pelo tecladista Tim Rice-Oxley, disse ao Daily Star que esteve escrevendo suas próprias canções recentemente:

“Quando eu lançar minhas canções será como em um projeto solo. No Keane sabemos o que fazemos de melhor e quais são nossos papéis, então faria sentido lançar minhas canções separadamente da banda.”

O cantor de ‘Everybody’s Changing’, que também confirmou que a banda não tem intenções de se separar, continuou revelando que suas novas faixas são similares ao álbum de estreia do grupo, ‘Hopes and Fears’.

“Liricamente, elas são muito diretas, assim como as do Tim. Provavelmente são explícitas demais, já que documentam o que esteve se passando pela minha cabeça nos últimos sete anos.”

Fontes: KeaneShine e PressParty


Estadão: Keane volta ao Brasil para shows com Maroon 5 e vê a consagração de seu vocalista

Tom Chaplin falou com o Estadão.com.br sobre os shows que farão no Brasil na próxima semana, Strangeland e Queen.

Bochechas rosadas, rosto de eterno adolescente sonhador e problemático. Quem diria que, com esse perfil, o vocalista Tom Chaplin, do grupo britânico Keane, esteja sendo apontado quase por unanimidade como “o único no mundo pop capaz de substituir, mesmo que por alguns momentos, o cantor Freddie Mercury”.

A façanha de Chaplin pode ser conferida no YouTube. Ele foi convidado pelo Queen para um show beneficente, The Princes Trust Rock Gala, no ano passado. E interpretou It’s a Hard Life com os ex-parceiros de Mercury. É de fato impressionante. A voz de Chaplin poderá ser conferida in loco nos próximos dias no Brasil – o grupo Keane volta ao País para shows no Rio (dia 25, HSBC Arena) e em São Paulo (dia 26, Arena Anhembi), ao lado de outro ato pop, os americanos do Maroon 5. No Rio, os ingressos esgotaram em 3 dias.

“Fiquei orgulhoso de ter cantado com o Queen. Foi adorável terem me convidado, eu cresci ouvindo sua música, Freddie foi uma inspiração para mim. Há chance de repetirmos o show, mas é preciso aparecer a situação certa. Estamos em turnê com nosso disco novo, e os outros artistas têm seus compromissos. Mas eu poderia perfeitamente voltar a fazer aquilo”, disso Tom Chaplin ao Estado, falando por telefone, na tarde de quinta-feira.

O Keane já esteve no Brasil duas vezes: em 2007 e em 2009. Nas primeiras vezes, atuava como um trio, e a musicalidade era conduzida pelos teclados de Tim Rice-Oxley (o compositor do grupo). Agora, já têm um baixista entre eles, Jesse Quin (mais o velho baterista, Richard Hughes). Curioso que, apesar de ter vindo mais ao Brasil, desfruta de altíssimo prestígio na Argentina, o que surpreendeu até os rapazes do grupo. “Gostaria de poder te dizer porque isso aconteceu. É difícil, acho que é algo na cultura, uma conexão com o som. Quando estou na América Latina, adoro a intensidade dos argentinos, sua passionalidade, sua entrega. São lugares muito diferentes. Já quando estou no Rio de Janeiro, acho tudo maravilhoso, a paisagem, a comida, os sorrisos. Me sinto melhor no Rio de Janeiro do que em outros lugares”, conta o cantor.

Altamente emocional, superpop na essência (baladas de letras rudimentares), mas com um cantor excepcional, a banda já tem 12 anos de estrada e chega a bordo de um novíssimo álbum, Strangeland. “A gente aprende muito com cada coisa que faz ao longo dos anos. Mas é possível, sim, dizer que esse disco concentra o que chamam de ‘som clássico do Keane’, porque é muito simples, muito direto, e as canções são interpretadas de um jeito honesto, poderoso”, avalia Chaplin.

Tim Rice-Oxley, o compositor, faz as coisas sempre num mesmo processo: mergulha em uma espécie de quarto escuro durante semanas e quando sai de lá já tem um lote de canções suficiente para um disco. Dessa vez, no entanto, saiu com uns quatro discos, tinha mais de 80 canções em mãos. “Não trabalhamos como num processo de eliminação. As 80 canções não foram todas ensaiadas e trabalhadas, nós só nos detivemos naquelas que pareciam claramente conectadas com nossas histórias pessoais, nossas experiências. É um processo muito orgânico para a banda”, diz o vocalista.

O nome do grupo, Keane, veio de uma vizinha do cantor em Battle, onde viveu. “Cherry Keane era muito amiga de minha mãe. Ela morreu quando eu ainda era um adolescente, mas foi uma grande incentivadora de minhas ambições musicais. Eu adorava o som do nome dela, e quando montamos uma banda, resolvemos adotar”, relembrou.

LIVE MUSIC ROCKS

Arena Anhembi. Av. Olavo Fontoura, 1.209. Dia 25/8: 19h05 – Javier Colon; 20h – Keane; 21h30 – Maroon 5. 240/ R$ 500.

Fonte: Estadao.com.br


Entrevista com Lindy Heymann, diretora de Sovereign Light Café

O pessoal do KeaneMusic.com conversou com Lindy Heymann, a diretora de Sovereign Light Café, terceiro clipe do álbum Strangeland. Confira a tradução:

P. Oi, Lindy. Parabéns pelo clipe Sovereign Light Café – se deu muito bem entre os fãs do Keane. Está satisfeita com como ele saiu?
R. Obrigada – sim, todos nós estamos satisfeitos com ele e estou encantada que os fãs se sentem da mesma maneira. Eu parti para capturar o coração e o espírito de Bexhill e espero que o vídeo tenha feito isso.

P. Qual foi o seu conceito original para o vídeo?
R. A banda queria gravar um vídeo que incluísse a Sovereign Light Café – então Bexhill sempre foi nosso destino. A ideia de usar as pessoas de Bexhill veio de encontrar todos os grupos e clubes diferentes, selvagens e maravilhosos na área. É realmente incrível a variedade de atividades em oferta e quantas existem. Desde ciclistas eduardianos e dançarinas do ventre a entusiastas de carros clássicos, fanfarras e remadores. Tem mesmo alguma coisa para todos.

P. Como você conseguiu achar todas as pessoas que aparecem no vídeo?
R. Achei muitas delas na internet mas Ann Marie e Laurie (membros da nossa maravilhosa equipe de produção) entraram em contato os grupos indidualmente para ver se poderiam estar interessados. Eu lembro que foi muito a curto prazo já que a banda estava no meio da turnê e só estava disponível por um dia. Ninguém que nós abordamos recusou, o que eu acho que diz muito sobre o Keane.

P. Foi difícil trabalhar com tantas pessoas?
R. Sim, eu estaria mentindo se dissesse que não foi… mas também foi brilhante – não havia um tanto roteiro então meus pobres produtor e primeiro assistente de direção tiveram o desafio de programar a todos com tempos de locais de chamadas a beira-mar. Fizemos nosso melhor – Mas invariavelmente há muita espera para as pessoas. A banda foi ótima enquanto eles saíram com todos o que eu acho que ajudou a manter a atmosfera relaxada.

P. Alguns fãs disseram que o vídeo tem algo de Olimpíadas nele. Foi intencional?
R. Sim – eu também acho isso – não foi intencional, mas olhando de novo parece que está capturando o momento.

P. Quanto durou a gravação? Foi tudo sem problemas?
R. Durou o dia todo – do amanhecer ao crepúsculo – e sim, foi um ótimo dia. Claro, fomos extremamente soturdos com o tempo (alguns da equipe saíram com um bronzeado) – acho que se lembro bem, choveu um dia antes e um depois do dia da filmagem.

P. Presumivelmente os transeuntes perceberam que você e a banda estavam gravando um vídeo? Isso causou problemas?
R. Não, surpreendentemente não causou. Os moradores foram muito relaxados e amigáveis e extremamente compreensíveis quanto a nós filmando.

P. Você já esteve em Bexhill antes? Parece bonita no vídeo.
R. Estive, mas anos e anos atrás – é um trecho de costa adorável e muito cinematográfica.

P. Você chegou a provar a comida da Sovereign Light Café?
R. É claro – foi fantástica – ela serviu o vídeo.

P. Finalmente, no que você está trabalhando a seguir?
R. No momento estou trabalhando em um filme sobre uma batedora de carteiras mal-humorada da Londres do século XIX. Eu sei… não poderia ser mais diferente.

Fonte: KeaneMusic.com


Promoção Keane Brasil e Reverbcity

O site do Fã-clube Oficial Keane Brasil está de volta, e com novidades!

Para comemorar a repaginada, estaremos sorteando uma camiseta da Reverbcity no dia 19 de agosto.

Para concorrer, siga nosso perfil no Twitter e tuite a seguinte frase:

Eu quero a camiseta que o @KeaneBrasil e a @reverbcity estão sorteando! http://rvb.la/KeaneBR

O ganhador deve se cadastrar na página da Reverbcity e, em seguida, mandar seus dados cadastrais para keanebrasil@gmail.com.

Então corra, mande seu tweet e boa sorte!


Keane no The Times: “Somos embaraçosamente classe média”

O jornal britânico The Times publicou uma matéria sobre o Keane. Eles falam sobre Strangeland, origens e de como é viver a vida sem excessos. Confira:


Grã-Bretanha Tem Bons Modos
Keane, a banda que prefere sucesso ao excesso


“Somos embaraçosamente classe média

Keane pode não gostar de sua imagem confortável mas eles insistem que a música vem antes do mito de estrela do rock. Enquanto os vendedores de milhões lançam o último [álbum], Stephen Dalton encontra um quarteto que não cometem excessos

Em uma noite chuvosa em Zurique e em um pequeno palco no educadamente boêmio club Plaza, o Keane está tocando um show discreto para lançar o último álbum deles. E as exportações multi-platina mas modestas do rock britânico estão fazendo o que fazem de melhor: hinos piano-rock de apertar o coração encharcados de melodia que surgem do céu em correntes quentes de elevação emocional. Os meninos estão de volta. Suíça, tranque suas filhas.

O novo álbum do Keane, Strangeland, é o som de quatro homens ingleses de trinta anos fazendo um balanço, olhando para trás melancolicamente e olhando esperançosos para frente. Mesmo em forma despojada, as novas faixas que o cantor com voz de corista Tom Chaplin canta alto já soam como o tipo de hinos de estourar o coração para sonhadores de pequenas cidades que Bruce Springsteen poderia ter escrito se tivesse crescido em Eastbourne ao invés de Nova Jersey. Em outras palavras, fantásticas.

Strangeland foi gravado em sessões demoradas no Sea Fog, o estúdio que o tecladista e compositor chefe do Keane Tim Rice-Oxley instalou recentemente em sua nova casa na rural East Sussex. Foi produzido por Dan Grech, cuja lista estrelar de créditos inclui Lana Del Rey, Vaccines e Radiohead. “Senti que já era hora de fazermos um ótimo álbum,” diz Rice-Oxley, apenas meio brincando. “Sinto que este é o primeiro álbum ótimo que fizemos… ou é o mais próximo.”

Nos quatro anos desde do último álbum completo, Perfect Symmetry, o Keane recebeu um novo membro em tempo integral na forma de Jesse Quin, anteriormente o baixista de turnê deles. Quin e Rice-Oxley também fizeram parceria no projeto paralelo deles Mt. Desolation e, coincidentemente, os dois foram pais de meninas. Além disso, todos na banda estão casados. “Mas todos nós temos a mesma amante,” Quin diz sem expressão, “e o nome dela é música.”

A ser lançado no mês que vem, Strangeland é quase certo de se tornar o quinto álbum seguido a ir ao topo das paradas. Com mais de dez milhões de álbuns vendidos até hoje, eles continuam sendo uma das bandas da Grã-Bretanha de maior sucesso da década passada, e uma de um mero punhado a arrebentar na América. Pelo caminho eles atraíram alguns fãs famosos e improváveis, evocando simpatia de novelistas e diretores de filmes. William Boyd e Bret Easton Eliis são devotos. Assim como Irvine Welsh, que dirigiu um clipe antigo para eles.

O diretor espanhol Juan Antonio Bayona, que vez o filme de horror cult O Orfanato, de 2007, é outro fã do Keane. O clipe que ele filmou para Disconnected, um dos singles de Strangeland, é um épico de casa mal assombrada designada com arte para se parecer com um filme de terror Italiano.

“É só essa atmosfera incrível de filme de terror em seis minutos,” o baterista Richard Hughes diz. “Somos os primeiros a levantar as mãos e admitir que fizemos alguns clipes chocantemente horríveis, mas esse é o melhor que já fizemos de longe. Eles fizeram uma obra de arte total.”

O Keane é impecavelmente bem educado em pessoa, com toda a cortesia anacrônica de exploradores polares Eduardianos. Fora do palco, Chaplin é um golfista entusiástico e trabalha com caridade na Ruanda. Hughes faz campanha contra a pena de morte para a Anistia Internacional e até visitou Troy Davis no corredor da morte antes de sua execução controversa no ano passado. Tudo perfeitamente admirável, mas dificilmente material de mito de estrela do rock. Muitos de nós preferimos que nossos roqueiros sejam necessitados, narcisistas, casos perdidos.

“Não sei quando a música cruzou a linha onde você tinha que ser desagradável e rude e bêbado e drogado ao mesmo tempo para ser ótimo,” Chaplin protesta. “Música não é isso, música tem mais a ver com a alma, como estar reunido em volta de uma fogueira cantando junto. Tem alguma coisa mais visceral e real nisso do que toda aquela bobagem.”

Rice-Oxley é igualmente cínico no que se refere aos mitos do excesso alimentados pela mídia. “Você aprende rapidamente que há muito pouco glamour nessa coisa toda,” ele diz. “Me irrita quando as pessoas insistem nisso. Algumas das melhores vezes em que nos divertimos foi quando estávamos bebendo cerveja e fazendo música em nosso bar local, mas não é o mesmo de perder completamente o controle e acabar morrendo em uma banheira, como Whitney Houston. Não há nada de bom nisso, por que todos querem que isso aconteça repetidamente? É horrível e trágico e solitário. Eu não quero que isso aconteça a nenhum de nós.”

Dadas notícias tão eminentemente sensíveis, a breve temporada de Chaplin na clínica de reabilitação em 2006 veio de surpresa. O cantor só bebe água depois do show de Zurique, e é notadamente o único membro da banda a não se juntar aos membros da equipe e dependentes para beber cerveja e vinho mais tarde. Tendo desistido de bebida e drogas, ele agora está tentando largar o cigarro. Então o que aconteceu seis anos atrás? Ele mesmo caiu no mito da estrela do rock?

“Não, isso começou muito tempo antes da banda,” Chaplin explica. “Ainda saio e tenho ajuda e falo com pessoas sobre isso, sei que essa coisa volta por um longo caminho, de volta à minha infância. Não tinha a ver com ser sucedido. E eu me sinto verdadeiramente muito mais feliz sem aquela coisa. Você não precisa disso para se sentir bem, você consegue aquela excitação em outro lugar.”

Quando o Keane estourou na metade da década passada, a soberba cano duplo deles vou muitas vezes usada pelos críticos como um adesivo. Em 2004 eles eram um alvo fácil e uma novidade relativa, mas desde então as paradas de sucesso foram inundadas por exércitos de companheiros pop start de escola pública, de Florence Welch a Frank Turner a Mumford & Sons. Alguns deles fazem o Keane parecer positivamente na base por comparação. Eu pergunto à banda a lhes darem uma nota num escala de dez pontos de soberba, de Victoria Beckham a Kate Middleton.

“A Kate Middleton é tão metida assim?” Chaplin responde, com soberba impecável.

“Eu mudaria a escala para entre Victoria Beckham e Tom Chaplin,” Quin acrescenta.

“Estamos provavelmente no meio,” diz Rice-Oxley. “Somos quase embaraçosamente classe média, sério. É a falta de qualidade distintivas que nos irritam. Provavelmente seria mais fácil se fôssemos insanamente metidos e fôssemos caçar o tempo todo.”

“É um pedaço de lama tão fácil de afundar,” Hughes diz. “Meus pais trabalharam incrivelmente duro, estou na primeira geração da família a ter acesso à faculdade. Não venho de um palácio, não tenho fundo fideicomisso nem nada disso.

“Isso me irrita porque destrói o esforço que minha família fez para me dar o melhor começo que podiam na vida. Estou incrivelmente grato a eles por isso. Mumfords, Florence… quem se importa com o pano de fundo deles? Eu gosto da música deles.”

Chaplin argumenta que o Keane sempre foi contra a natureza desde o começo: se rebelando na escola, depois desafiando as expectativas da família para perseguir uma carreira na música. Eles não, ele insiste, nasceram com a chave de Downton Abbey na boca. Contudo, para dissidentes, eles sempre serão os descendentes quadrados da Nova Gentileza, como o Coldplay sem o magnetismo sexual esfarrapado. Até mesmo críticos positivos descrevem a música dele em termos de desculpa, como um tipo de “guilty pleasure” [algo do qual gostamos, mas temos vergonha de assumir].

“Sou a favor de tirar a frase ‘guilty pleasure’ da língua nacional,” Chaplin diz. “Ou você não gosta de uma coisa ou não gosta. Se é uma ‘guilty pleasure’, o que significa? O que isso diz de você como pessoa? Isso não pode mais ser aplicado na música… só à bestialidade.”

Ultimamente, Chaplin sugere, o Keane conquistou sucesso duradouro em parte porque eles nunca pertenceram a uma cena rock moderna. Talvez, no longo prazo, ser os Homens do Não legal serviu muito bem a eles.

“Tudo que eu diria é que é um jogo perigoso de jogar,” o cantor diz. “Fazer sua parte, ser você mesmo, é o único jeito verdadeiro de fazer música.”


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