:::: MENU ::::
Browsing posts in: Noticias

Tim Rice-Oxley anuncia nova música do Keane, ‘Tear Up This Town’

Foi anunciada oficialmente hoje a mais nova música do Keane, Tear Up This Town, música que faz parte do novo filme do diretor espanhol Juan Antonio Bayona, Sete Minutos Antes da Meia-Noite, conforme o Keane Spain noticiou em primeira mão no domingo, 11.

6411

Tim deixou a seguinte mensagem no KM.com:

Estou feliz em contar a vocês que uma nova canção do Keane aparecerá na trilha sonora do novo filme do lendário diretor espanhol Juan Antonio Bayona, Sete Minutos Antes da Meia-Noite.

Nossa amizade e colaboração com Bayona volta a alguns anos. Ele foi a vários shows do Keane em Barcelona e eventualmente trabalhamos juntos em seu incrível (e vencedor do Q Awards!) clipe para Disconnected. Em 2014 Bayona nos pediu para escrever uma canção para Sete Minutos Para a Meia-Noite, seu filme adaptado do romance muito poderoso de Patrick Ness.

Escrever e gravar a canção foi um processo fascinante para mim. Dois anos atrás eu vi algumas das primeiras gravações em Manchester, e tivemos muitas conversas longas com Bayona desde então! Eu tive a oportunidade de passar muito tempo nos bastidores em Barcelona tentando entender o espírito da história como contada no filme, e especificamente as emoções que precisavam ser capturadas na canção. Bayona e sua equipe são extremamente apaixonados pelo que fazem, e com a ‘sensação’ do filme mudando constantemente, eu tive que trabalhar duro para encontrar o tom certo.

O resultado (depois de várias tentativas!) foi uma canção chamada Tear Up This Town. Nós a gravamos em Londres e Sussex em Janeiro, e eu fui sortudo o bastante para assistir à Orquestra Nacional Basca gravando partes para ela em San Sebastián pouco depois — um verdadeiro privilégio e uma experiência emocionante!

Foi maravilhoso estar de volta ao estúdio fazendo música juntos — espero que vocês gostem do resultado!

Tim

Tear Up This Town will estará disponível no iTunes no mundo inteiro dia 23 de setembro.

Fonte


Mensagem de Natal do Site Oficial

Queridos amigos,

Este foi um ano maravilhoso para o Keane. Começando com a nossa, provavelmente, turnê mais agradável de todas nos Estados Unidos  – que envolveram alguns inesquecíveis dias de folga, como esquiar no Lago Tahoe e um tour privado na NASA em Houston – e terminando algumas músicas do The Best Of Keane e vendo a Lily [Allen] levar Somewhere Only We Know em primeiro lugar das paradas durante semanas. Durante o ano também rolou a maravilhosa turnê na América do Sul, alguns festivais lindos na Europa, e alguns bons momentos no estúdio. Nós ainda tivemos a chance de gravar com nosso guitarrista original e velho amigo Dominic, para finalmente tocar em Tunbridge Wells Forum, e levar tudo para casa tocando em um show pequenininho na velha cidade de Battle… apenas para citar alguns momentos mágicos.

Como sempre, tudo que conseguimos fazer foi apoiado e encorajado por nossos incríveis, generosos e incansáveis fãs onde quer que eles estejam no mundo. Nós nunca vamos parar de agradecer o que vocês fizeram por nós – as coisas que nos disseram após os shows, as cartas que nos entregaram quando chegávamos em países novos, o jeito que vocês cantavam conosco enquanto tocávamos do fundo do nosso peito, e ocasionalmente rindo conosco quando fazíamos besteiras…! A maneira que vocês levam nossas músicas para dentro dos seus corações e vidas é realmente a melhor coisa de estar nessa banda. Nós nos sentimos incrívelmente sortudos.

Feliz Natal a todos, e desejamos um 2014 GENIAL!

Com muito amor,
Tim, Tom, Richard and Jesse
Original: http://www.keanemusic.com/archive-comment.php?id=3790#SaPOJCtpfLhbO4sa.99


Keane lança novo single ‘Won’t Be Broken’ em 14 de janeiro de 2014

Para comemorar dez anos incríveis de sucesso, o Keane lançou ” The Best Of Keane ‘ no dia 11 de novembro de 2013, que viu o álbum o se tornar disco de ouro e o ‘Best Of’ mais vendido neste Natal. ‘The Best Of Keane ‘ entrou nas paradas do Reino Unido na posição 10 e foi número 10 nas lojas do iTunes de 23 países.

Ele foi seguido por single número ‘ de seu hit de 2004 ” Somewhere Only We Know “, cantado por Lily Allen para o comercial de Natal de John Lewis deste ano . “Somewhere Only We Know ” apareceu originalmente no álbum de estreia de 5 milhões de vendas ‘Hopes and Fears’ , que se tornou o primeiro de seus cinco lançamentos de álbuns consecutivos a alcançar o primeiro lugar.

O segundo single e nova música do “The Best Of Keane” é “Won’t Be Broken” e será lançado no dia 20 de janeiro de 2014. “Won’t Be Broken” é uma canção levada pelo piano emocionalmente honesto sobre lutar contra tempos difíceis com determinação e esperança.

‘The Best of Keane’ inclui 18 favoritos dos fãs escolhidos pela banda de seus cinco consecutivos álbuns número 1 no Reino Unido “Hopes and Fears” (2004), “Under The Iron Sea” (2006), “Perfect Symmetry” (2008), o EP “Night Train EP”‘ (2010), “Strangeland” (2012), ao lado de duas novas canções poderosas , “Higher Than The Sun” e “Won’t Be Broken” . A versão deluxe do álbum também incluirá uma coleção de B-sides excepcionalmente fortes da banda. A edição super deluxe contém os dois discos da edição de luxo (The Best Of e lados B) e um DVD exclusivo de um show acústico especial, para o qual o set list foi escolhido pelos fãs do Keane.

A campanha ‘The Best Of Keane’ viu o novo single ” Higher Than The Sun’ entrar na lista A da Radio 2 e a banda tocar um show no Teatro Goya , em Berlim , que foi transmitido ao vivo em cinemas de todo o mundo .

O Keane já vendeu mais de 11 milhões de álbuns; ganhou dois Brit Awards, 4 Q Awards e um Ivor Novello e capturou os corações de uma base de fãs verdadeiramente global ao tocar mais de 700 shows em mais de 40 países no mundo todo. Em maio de 2008, Hopes and Fears e Under the Iron Sea foram votados pelos leitores da revista Q como os melhores álbuns britânicos de todos os tempos; Keane , The Beatles, Oasis e Radiohead foram os únicos artistas musicais a ter dois álbuns no top 20. No início deste ano , o álbum de estreia de 2004, Hopes and Fears , foi eleito o segundo álbum favorito de todos os tempos pelos ouvintes da Radio 2. Ao longo da sua carreira, o Keane adotou a tecnologia continuamente, tornando-se a primeira banda a lançar músicas em pen drives e a primeira a transmitir uma apresentação ao vivo em 3D. Eles também colaboraram com todos, de Irvine Welsh a Bret Easton Ellis a Lily Allen a William Boyd e mais recentemente J.A. Bayona e Sergio G Sanchez.

Tracklisting:

1. Everybody’s Changing
2. Somewhere Only We Know
3. Bend and Break
4. Bedshaped
5. This Is The Last Time
6. Atlantic
7. Is It Any Wonder?
8. Nothing In My Way
9. Hamburg Song
10. Crystal Ball
11. A Bad Dream
12. Try Again
13. Spiralling
14. Perfect Symmetry
15. My Shadow
16. Silenced By The Night
17. Disconnected
18. Sovereign Light Café
19. Higher Than the Sun
20. Won’t Be Broken

Fonte: AltSounds


The Best Of Keane – Venda no Brasil

Notícia quentinha:

A versão física da coletânea The Best Of Keane no Brasil que será colocada a venda é a versão Standard.

O CD é composto de 20 músicas sendo duas inéditas, quais sejam:

 1. Everybody’s Changing

2. Somewhere Only We Know

3. Bend and Break

4. Bedshaped

5. This Is The Last Time

6. Atlantic

7. Is It Any Wonder?

8. Nothing In My Way

9. Hamburg Song

10. Crystal Ball

11. A Bad Dream

12. Try Again

13. Spiralling

14. Perfect Symmetry

15. My Shadow

16. Silenced By The Night

17. Disconnected

18. Sovereign Light Café

19. Higher Than The Sun

20. Won’t Be Broken

11184_10151761530723718_2030763607_n

Informações: Universal Music Brasil


The Best Of Keane Live From Berlin

The Best Of Keane – CINEMAS UCI e Cineflix

Informações essenciais

 

[ O QUE É? ]

Será uma transmissão ao vivo de Berlim nas salas de cinema do mundo todo.

—-> Não entendeu? Clique aqui: http://www.keane.com.br/site/?p=1431

 

Por isso, haverá apenas UMA transmissão do #BestOfKeane no cinema. Sim. :~

 

 

[ QUANDO? ]

Dia 06 de novembro de 2013

 

[ HORÁRIO ] 

 

Veja abaixo em cada evento.

 

[ INGRESSOS ]

 

Veja informação abaixo em cada evento:

 

[ CINEMAS CONFIRMADOS ]

 

PARANÁ

 

Maringá

Cineflix

Avenida São Paulo, 120

Maringá – Paraná 87013-040

Telefone: 55 (44) 3023-3273

Confirme sua presença: https://www.facebook.com/events/723895890959189/

INGRESSOS: http://novosite.ingresso.com/maringa/cineflix/espetaculo/cinema/keane-live-from-berlin/cineflix-maringa-park

 

Curitiba

UCI Shopping Estação

Avenida Sete de Setembro, 2775

Curitiba – Paraná 80230-010

Telefone: 55 (41) 3595-5599

Confirme sua presença: https://www.facebook.com/events/440018706107020/

INGRESSOS: http://novosite.ingresso.com/curitiba/home/espetaculo/cinema/keane-live-from-berlin/uci-shopping-estacao

 

 

RIO DE JANEIRO

Barra da Tijuca

UCI

Avenida das Americas, 5000

Rio de Janeiro, Barra da Tijuca 22640-102

Telefone: 55 (21) 2461-1818

Confirme sua presença: https://www.facebook.com/events/173540056168366/

INGRESSOS: http://novosite.ingresso.com/rio-de-janeiro/home/espetaculo/cinema/keane-live-from-berlin/uci-new-york-city-center

 

 

SÃO PAULO

 

Campinas

Cineflix – Galleria Shopping

Rod. Dom Pedro I, Jardim Nilópolis, Campinas

Campinas, Sao Paolo 13091-901

Telefone: 55 (19) 4003-7053

Confirme sua presença: https://www.facebook.com/events/1456777907881665/

INGRESSOS: http://novosite.ingresso.com/campinas/cineflix/espetaculo/cinema/keane-live-from-berlin/cineflix-galleria-campinas

 

São Paulo

UCI – Shopping Jardim Sul

Avenida. Giovanni Gronchi, 5819

Morumbi – São Paulo – SP 05724-020

Telefone: 55 (11) 2164-7711

Confirme sua presença: https://www.facebook.com/events/645733228791702/

INGRESSOS: http://novosite.ingresso.com/sao-paulo/home/escolha/cinema/25640578/keane-live-from-berlin

 



Keane confirma seu hiato para os membros da banda focarem em projetos pessoais. – NME

A banda inglesa Keane confirmou que “vão dar um tempo” após o lançamento do “Best Of” no mês que vem.

A história publicada no jornal The Sun deste domingo, dia 20 de outubro, fala que a banda vai se separar após 16 anos para que o vocalista Tom Chaplin possa seguir seu álbum solo e que o principal compositor Tim Rice-Oxley possa focar para escrever hits para outros artistas.

No entanto, o porta-voz oficial da banda foi bem cauteloso ao dizer ao Jornal: “O Keane está dando um tempo após o lançamento do ‘Best Of’ para que possam seguir seus próprios projetos”.

Fonte: http://www.nme.com/news/keane/73323

 


“O Conselho de Insegurança” – Keane na edição de dezembro da revista Q

Confira abaixo um artigo publicado na edição de dezembro da revista britânica Q, que acompanhou o Keane em sua turnê pela Ásia em setembro.

O Conselho de Insegurança

Ridicularizados em casa, o rock simpatia que vendeu milhões do Keane é “como um protesto contra o cenário da música de hoje em dia” de acordo com os fãs pela Ásia Oriental. As pessoas ficam mesmo menos cínicas quanto mais longe você vai? E o que aconteceu com o Keane, os bananas pop? “Não devemos chorar à vista dos gatinhos”, eles contam a Sylvia Patterson.

No festival Bilbao deste ano na Espanha, o Keane caminhou propositadamente do complexo dos artistas ao carro que os levaria ao palco, um festival dominado este ano por gerações de colossos britânicos da melancolia, do The Cure ao Radiohead ao Snow Patrol. De repente, foram parados em seus passos urgentes, instruídos pela segurança a se afastarem da estrada já que uma banda estava passando. Sempre educado, o Keane perguntou quem seriam esses titãs. “Keane”, a segurança anunciou, enquanto a segurança e o Keane olharam para a planta flutuando onde algumas estrelas do rock reluzentes deveriam estar.

“Naquela altura era embaraçoso demais dizer alguma coisa,” insiste Tim Rice-Oxley, o compositor e pianista do Keane, agora em um carro consideravelmente longe, na metrópolis de arranha-céus de Seul, Coreia do Sul. É uma história que mostra muito sobre o Keane: um colosso que alcançou o álbum número 1 cinco vezes composto de homens modestos definidos não apenas por sua falta de rastro estelar de caricatura, mas por uma auto-depreciação incessante que faz Chris Martin parecer menos Keane, mais Kanye West. Passamos mais de 48 horas passeando pelo Extremo Oriente com o Keane, isso será não apenas a posição padrão natural deles, mas o mecanismo de manutenção de sanidade.

Quanto mais distante de casa o Keane está, ao que parece, mais eles são intensamente amados, uma banda cujas melodias levadas pelo piano muito emotivas e óbvias sem remorso inspiraram um apelido na Coreia do Sul: A Banda do Outono. “Talvez seja aquela qualidade saudosa,” decide o vocalista sempre tagarela com carinha de criança Tom Chaplin, sentado no camarim entre falésias de presentes de fãs (flores, brinquedos, bolos), no Estádio de Handebol de Seul, com capacidade para 6 mil pessoas. “A Banda do Outono: está viva, está morta?” ele grita. “Ninguém tem certeza.” E então a auto-depreciação começa. Uma menção das triunfantes Paralimpíadas de 2012 na Britânia, por exemplo, vai inspirar Chaplin imediatamente a isto: “O Keane é como a versão banda das Paralimpíadas. Completamente incapazes, mas superando os obastáculos.” É uma auto-gozação entusiasta que desmente a popularidade intensa deles, Chaplin segurando em sua mãos uma carta de uma fã coreana de aproximadamente 20 anos.

“Eu sempre estive deprimida e senti que poderia me suicidar,” ela escreve. “Mas nos anos de desespero eu tive uma esperança de suas vozes. Eu ouço Everybody’s Changing e sua música, ela me CUROU mesmo.”

Hoje à noite no estádio interno compacto, Seul berra com o vocal agora incrivelmente impecável de Chaplin. Enquanto a primeira nota de Somewhere Only We Know ressoa para cima, um membro da plateia de 20 e alguma coisa falha em suprimir um coaxo involuntário de emoção. Ainda assim é mais evidência de que esse tipo de música britânica tem uma conexão global, cobertores confortáveis enormes de melancolia para se cantar junto aperfeiçoado pelos anos por homens de idades similares, de Coldplay, Keane e Snow Patrol aos dos últimos dias Manics, a man-band Take That e o homem mais velho que possivelmente começou tudo com todas aquelas baladas épicas e b-sides hipnotzantemente saudosas, Noel Gallagher. Após o show, Rice-Oxley, 36 anos, dirá que foi o Radiohead que começou. “Nós somos a geração pós OK Computer,” ele decide. “Para mim, esse é o álbum da nossa geração. Nós crescemos apreciamos o poder de uma canção que pode destravar você. E todos nós somos homens, eu acho, que provavelmente não desistiríamos. Eu acho que é nossa pedra angular. É bom sentir que não está sozinho.”

*

—-

Quanto mais longe o Keane está de casa, “as pessoas são menos cínicas”, declara Tom Chaplin, 33. Desde a venda do álbum de lançamento da banda que atingiu mais de 5 milhões de vendas em 2004, a banda Keane, dos três amigos de infância de Battle, Hastings, tornaram-se uma das maiores exportações (de música) da Grã-Bretanha. Apesar de serem uma banda com ponto fora da curva (livre de drogas e sem o passado obscuro de ouras bandas), sua origem é privilegiada, apesar de serem os rebeldes de escolas públicas que evitaram a academia para o caminho precário de ministrel.

“Nós fomos os malucos do sistema” brinca Rixe-Oxley, filho de dois médicos. “A ironia! Que se faz particularmente irritante.” No mundo do rock subdividido de hoje, embora – todas as Florences, Mumfords e Vaccines – o Keane é filho de mineiros de carvão por comparação.

“Mas,” nota Rice-Oxley, “isso não tem nada a ver, ser um filho de um gerente de fundos de ação ou um filho de mineiro de carvão que vai impedir que você escreva uma grande canção.”

Nem mesmo Chaplin autodescreve o Keane como “wobble” (oscilante) que acumula um pouco dos extremos do rock and roll. Como uma pessoa extrovertida aos 25 anos, sua reação ao sucesso eram marteladas em seu botão de autodestruição e teve envolvimento paranóico no alcoolismo e cocaína (ele se trancava em casa, chorando assistindo Cash In The Attic). Ele passou cinco semanas no The Priory (uma casa de reabilitação) no verão de 2006. Em 2008, no seu experimental “synth-pop” álbum Perfect Symmetry, Chaplin havia se transformado, um entusiasta da terapia assistida em execução que permitiria que ele poderia beber ocasionalmente, mas preferiu uma partida de golfe. Hoje, o alcoolismo foi-se por completo, ele desistiu até mesmo de sentir o aroma das bebidas, lidando com o revés da euforia pós-shows com um banho de duas horas em seu quarto de hotel. Ele sorri. “Todo mundo tem as coisas que precisam para mantê-los acima da água.”

Para os nossos trovadores do rock mundial em 2012, a estrada (“The Road” é como eles chamam a turnê) está ficando mais longa, a banda arrisca-se tocar em novos locais como se fossem impelidos por um vento a seu favor, lugares como no Paraguai, onde Keane tocou de uma semana atrás, onde os fãs penduraram cartazes de boas-vindas em árvores do lado de fora do hotel em que se hospedaram. Indo nesses novos lugares, Keane ficou entre a semana de shows que separavam os do Paul McCartney e da banda Noel Gallagher’s High Flying Birds (e os fãs de Keane constantemente citam “Beatles” e “Oasis” como suas obsessões musicais).

Chaplin: “Então você pegou um fóssil. E um fóssil de dinossauro. E aí? Onde estamos?”
Jesse Quin (baixista): “O peixe morto no fundo?”
Chaplin: “Coberto de lodo. Pedra de lodo.”

Quin, que deixa transparecer, sua posição de baixista tornou-se permanente, tem 31 anos, é o mais autodepreciativo de todos, em um grau compulsivo, que a Q desmente em um núcleo de verdade. “Sim, nós somos genuinamente m*rd*s!”. Tal é a brincadeira “On the Road with Keane”, a banda que voa junto (e todos embora o genial bateirista Richard Hughes tem “pavor” de andar de avião), dirigem juntos, saem para comer juntos e bebem juntos, inviavelmente são irmãos felizes cuja constante exposição ao jet-lag e extremos exteriores deveriam ter sido fatores para terminar com a banda anos atrás.

Eles sentem de forma permanente, e sorriem dementemente, “insanos”.

Na outra semana, Rice-Oxley passeou pelos arredores do hotel e esqueceu de vestir uma camisa (um homem bastante reservado no mundo exterior que, de repente, pede para tocar “99 Problems” do Jay-Z no karaokê). O erudito Hughes aprendeu que o jet-lag corrói a memória humana neurologicamente. “Na verdade é possível mensurar”, ele comenta. Chaplin é a prova viva. “Outro dia eu acordei no Brasil e literalmente nada fazia sentido”, disse. “É como ter Alzheimer.”

Quin, enquanto isso, conclui: “Eu gosto da estrada. É como o céu que eu não gosto.” Seja qual for o país de destino, sempre há fãs por lá, caindo em seus caminhos como ninjas saltam de uma árvore. Uma fã, se sacudindo do lado de fora da casa de shows, descreve seu amor pelo Keane assim: “Na minha opinião, hipa-hop[sic], eu odeio. E a música do Keane é sempre muito bonita. É uma forma de protesto ao cenário musical atual. [De repente ela viu Chaplin, e começou a hiperventilar] Tom! Uh! Uuuuuuh!”
Chaplin, prestativo comentou: “Que fôlego!”

Hoje vamos passear em Tokyo, viajando de ônibus, avião e carro, a jornada começa em no salão de entrada do hotel às 7 da manhã e as 7 da noite a Q (a revista) e Keane viram a explosão de neons caleidoscópicos das lojas da realidade de Tóquio. Compramos na Tokyu-Hands uma loja de departamentos de oito andares onde o casado Rice-Oxley comprou chaveiros, adesivos e hashis(palitinhos) de fácil manuseio da Hello Kitty para as suas duas filhinhas e, de repente, é paralisado por uma fileira de guarda-chuvas abertos, alegremente coloridos. “Veja esse pequeno arranjo de guarda-chuvas de tons pastel, é igual a minha rua”, ele comenta. “É meio gay. Ou muito ‘menininha’. Veja aquele amarelinho bebê. Oh, estou falando com o meu lado feminino.”

Hughes, 37, possivelmente o único baterista vegetariano e daltônico no mundo, vai engasgar com a vista de uma vitrine de um pet-shop com gatinhos recém-nascidos arrancados escandalosamente cedo de suas mães. “Ai não, não, nós não deveríamos chorar por estes gatinhos.” Mesmo com os padrões do Keane, agora nós estamos longe do rock and roll valentão e machista como é possível prosseguir. Mas o Keane pode ir mais longe.

Cervejas e mais cervejas depois das 10 da noite em um bar nesta noite (água com gás e um prato de waffles para Chaplin) Rice-Oxley será retumbou como o homem tipo que anda últimos pontos turísticos rurais perto de sua casa em East Sussex e comenta casualmente “essa é uma bela parede”. De repente, Keane vê o futuro: quando a banda divide-se, Rice-Oxley será o líder do “The Wall Tourism Board” (Conselho da Parede do Turismo), aumentado por uma música apropriada.
Rice-Oxley: “Poderiamos ter o Pink Floyd fazendo uma versão acústica de The Wall em Sussex.”

Em breve, a Q inadvertidamente desencadeou o que Chaplin chama de “uma verdadeira lata de vermes” (no sentido de cutucar a onça com vara curta), de ruminar sobre a natureza de canções clássicas. É um debate inspirado numa coluna da Q, sobre a passagem de uma banda comum para ela se tornar histórica como grandes nomes da música (Macca, Stones, Who, Bowie, Springsteen), com seus clássicos indiscutíveis cânones e como os titãs dos últimos 10 anos lutam para conjurar mesmo um (sucesso). Ponderamos quantos clássicos o Keane possui e um Chaplin nervoso sugere “Everybody’s Changing” e “Somewhere Only We Know”.

“Eu não tenho certeza,” decide Rice-Oxley, ofendido. “No panteão dos grandes nomes da música?” Uma grande discussão seguiu no significado da música desde o nascimento do rock and roll, incorporando a influência cultural, ideologias da geração, o Brill Building, nostalgia, o mundo digital, TV, dinheiro, cinismo, a crueldade clínica da Rihanna (ou algo diverso), a ingenuidade, paixão e pureza na criatividade dos jovens que criam, inúmeras vezes, o melhor trabalho de um artista e a sua ruína criativa após a autoconsciência e expectativa… É uma conversa que perdurou até o hotel à meia-noite e continuou durante a noite de Tokyo até as 4 da manhã até que a angústia de Rice-Oxley é identificada: ele tem estado atormentado durante toda sua vida porque ele nunca escreveu uma música tão boa quanto Dancing Queen (ABBA) ou Bridge Over Troubled Water (Simon & Garfunkel).

“E eu não acho que farei agora”, ele comenta desamparado. “Tenho 36 anos.”
“Eu sei o que o Tim sente porque eu sei o que lhe perturba,” confessa Tom Chaplin com seus olhos sonhadores na manhã seguinte sobre o croissant que comia no café da manhã. “Mas a questão para mim é: qualquer coisa externa poderia preencher esse vazio?”

Chaplin também é um homem cheio de vazios, outra personalidade criativa e sensível, que ainda procura terapia para o que ele chama “estado emocional precário, eu poderia implodir muito facilmente.”

Qualquer precariedade é invisível na superfície, um brincalhão e comediante nascido notavelmente com o complexo de suavidade de uma versão mais nova de David Cameron. Ele pondera a natureza oculta da “doença subjacente em minha alma”, da infância serpenteada onde se sentia “desconfortável, infeliz, triste”, seus pais sempre estavam freneticamente ocupados cuidando do The Vinehall School em Robertsbridge (seu pai era o diretor). Chaplin também sentia que ele era “uma (criança) entre centenas. Eu me sentia…. um tanto quanto sozinho.”

*

—-

Ele se lembra de que na idade de 8 ou 9 anos, enquanto participava de uma corrida escolar importante, estava convencido de que venceria. Quando os outros alunos começaram a ultrapassá-lo, ele caiu sobre o chão, a palma das mãos pressionadas sob a testa, “como uma mulher Vitoriana que supera seus nervos ruins”. A partir desse dia, ele nota “como muitos cantores” ele tem uma vontade profunda de ser amado por milhares de estranhos “e do outro lado, eu quero apenas me destruir e ficar sozinho.”

Às vezes, ele ouvirá aquela voz interior covarde que tenta trazê-lo de volta aos “bons” velhos tempos.

“Mas os bons velhos tempos não deram certo pra mim” ele gargalha. “E percebi que nenhuma quantidade de tóxicos ou adulações ou cumprimentos das minhas ambições nunca iriam mudar essa parte em mim. Ela está lá. Mas me sinto mais feliz do que jamais senti na minha vida toda. Uma vida familiar sólida certamente ajuda.”

No último ano Chaplin casou-se com sua namorada de longa data Natalie, ele trocou sua Ferrari preta conversível por um sensível 4×4, instalou uma piscina no seu enorme jardim, construiu seu próprio estúdio em casa e começou a pensar em iniciar uma família. Essa última decisão foi tomada sozinha, para um homem distorcido evidentemente por ter uma infância isolada, esses dias são de incertezas para Keane.

“Gostaria de estar ao entorno de uma família ainda jovem,” nota. “Não acho que conseguiria fazê-lo à distância. Pessoalmente, não desejaria isso para os meus filhos. Estaria mentindo se eu dissesse que não há incerteza sobre o futuro. E sobre os álbuns e turnês e sobre continuar fazendo essas coisas. Nada é para sempre.”

Nessa noite a capacidade de público de 1.000 no teatro de Shibuya-AX parece combinar bem com Keane, Chaplin principalmente inflamando a casa com um barulho crepitante de adoração tangível.

Ele é eufórico, extravagante, um diretor de anfiteatro evocando energia cibernética, as mãos postas atrás das orelhas, solícito à animação da plateia. No final do último bis, o barulho da plateia é tão colossal, tão implacável, quatro minutos direto, ele senta sob o palco da bateria, irradiante, enquanto os berros aumentam mais e mais. “Estou tendo uma dor de cabeça de tensão,” ele declara “de tanto rir!”

Quatro minutos depois estamos de volta ao carro, acelerando sobre o neon enquanto Keane supõe que podem ter mais uns dois clássicos, afinal de contas.

Chaplin: “Música moderna: resolvido!”

Rice-Oxley: “Crise evitada.”

Isso vai levar meros 74 segundos para o retorno a sua posição padrão.

Quin: “Aquele quarto era horrível, a demora…”

Chaplin: “Tinha essa garota na grade batendo palmas fora do tom e eu não consigo cantar no tempo nos melhores momentos…”

De volta ao lobby do hotel, Rice-Oxley bebe um Bloody Mary “extremamente alcoólico” e desenhamos uma linha sob nossas Conversas Clássicas infinitas.

“Não acho que a gente seja um…lixo” ele sorri, cruzando os dedos delicadamente. “Tenho orgulho da nossa música. Mas reconheço que uma música clássica é uma “Bridge Over Troubled Water”. Sempre achei que eu fosse melhorar nas minhas composições e no final escrever como meus heróis Paul Simon, Morrissey, seja lá quem for. Estou decepcionado. Às vezes sinto-me muito eviscerado sobre isso, artisticamente. Mas estou muito satisfeito com um show como o de hoje no qual você toca para mil pessoas e elas amam suas músicas. Você não pode reclamar. Não sou tão atormentado assim.”

Talvez, então, vocês sejam bons o suficiente. É bom o suficiente? Isso é o suficiente?

“Sim. É bom o suficiente. É onde eu estou.”

Ao modo Keane de autodepreciação, entretanto, ele vê como um sintoma dos seus primeiros sucessos, confessando que eles acreditavam no seu próprio estilo, e depois, de repente, veio o caos, reabilitação, brigas, a má comunicação entre o vocalista e compositor, melancolicamente documentada no segundo álbum Under The Iron Sea.

“Nós rapidamente nos tornamos pessoas que não queríamos ser e desde então a gente tentou mais agressivamente parar de acreditar na nossa campanha, nos colocando para baixo.”

Ao ouvir Strangeland, o quarto álbum da banda, que pareceu um retorno intencional aos tons melódicos do álbum de estreia, a Q suspeitou que o relacionamento central da banda estava novamente com problemas, ou que a banda estaria próxima ao fim. Havia várias referencias à rompimentos, desconexões e estórias de adeus (Em Watch How You Go no qual Rice-Oxley escreveu: “As coisas que compartilhamos em breve ficarão para trás.”) Mas ela não é sobre o Chaplin.

“As escolhas que fiz nos últimos 15 anos, estar na banda, têm desgastado os relacionamentos da minha vida,” diz, ainda um homem intensamente incompreensível. “Não somente românticos, mas de amizades também. Bons amigos que são impossíveis de eu ver. Estamos fora o tempo todo, ou trabalhando o tempo inteiro. Fico longe das minhas filhas com muita frequência. Tornei tudo muito inflexível. Estive pensando: O que estou fazendo? Estou fazendo a coisa certa? Há coisas que vivo dizendo que quero fazer. Ir à Índia. Aprender espanhol. Fazer carpintaria. Mas ter filhos mais do que nunca. Não deveria estar passando o tempo com eles, enquanto eu posso? Porque antes que eu perceba, eles terão ido embora. Não sei… não quero ser esse tipo de cara.”

É o tipo de pergunta universal da vulnerabilidade masculina que permeia as canções do Keane e que os transforma numa Banda de Outono Cobreado, talvez estejam reclamando hoje o outono de sua carreira.

Como um clássico sem dúvida diz, “todos estão mudando, mas eles não sentem o mesmo” ou sentem?

“Se fizermos outro álbum, ainda estaremos procurando por sons, estórias, para aquele clássico elusivo,” decide o poeta profundamente sensitivo Tim Rice-Oxley, bebendo agora um coquetel azul com um guarda-sol rosa “Ainda temos um sentimento de admiração.”

Existem terras a serem conquistadas antes dessa encruzilhada decisiva na carreira. O itinerário da turnê da banda lê-se como um convite à diversão. Próxima parada: Indonésia, Filipinas, Tailândia, Líbano…

Fonte: http://durban-skies.tumblr.com/post/34355453658


Perguntas e Respostas com Richard Hughes sobre a turnê europeia

O pessoal do Keane Nederland mandou uma série de perguntas para Richard Hughes sobre a atual turnê do Keane pela Europa. Confira:

Como Tom prepara sua voz para que possa se apresentar a noite toda, a turnê toda?
Ele normalmente aquece por um tempinho, embora uma vez que eles tenha cantado na passagem de som, sua voz tende a ficar bem aquecida, e não precisa muito. Nós definitivamente tentamos cantar o mínimo quando vamos tocar três shows seguidos – ele provavelmente não vai cantar muito na passagem de som de Paris, por exemplo.

O Keane tocou recentemente um cover incrível de The River, mas SE Bruce Springsteen planejasse fazer um cover do Keane, qual vocês gostariam que fosse?
Uau, boa pergunta – acho que Strangeland tem mais músicas nossas com vibe Springsteen nela, então talvez Sovereign Light Café… acho que soaria legal!

Você tocou muito em lugares fechados e abertos, mas qual você prefere, e por quê?
Grandes festivais são muito divertidos, especialmente quando fica escuro, então se eu pudesse tocar só um show é este que eu gostaria, mas não ligo!

Há alguns anos havia algo chamado “o mini doc” durante a turnê, esse conceito brilhante vai voltar?
Ha, foi o Tom, certo? Depende se ele se sentir inspirado a usar sua câmera (então provavelmente não!)

Quando falamos de conceitos brilhantes, e quanto ao retorno das entrevistas do “what do you think of”? Elas eram muito engraçadas.
Veja acima!

Você já considerou tocar com uma Orquestra Sinfônica?
Adoraríamos. Outra da longa lista de coisas que adoraríamos de fazer. Gostei muito de coisas como a sessão do iTunes de uns dois anos atrás – com uma pequeno grupo de cordas.

Quando os holandeses viajam para um país estrangeiro levam manteiga de amendoim, batatas e café com eles. Há alguma coisa que você leva consigo na turnê?
Café, obviamente (feijões, amolador e aeropress ou filtro V60)

Você não fica cansado de tocar quase todo dia? E o que vocês fazem para se menterem saudáveis?
Tom e Jesse acabaram de ir para a academia enquanto escrevo isto. Todos nós malhamos (eu só malho em dias de folga porque o show é um exercício para mim). Tentamos comer bem (nada de chocolate no ônibus de turnê!) e temos sorte de ter a Popcorn Catering (companhia) conosco nesta turnê, e eles fazem para nós (e nossa equipe) comida saudável adorável todo dia.

Quem faz as setlists e qual é a motivação por trás de algumas das canções?
Tom gosta de fazê-las no momento, e ele está olhando para o jeito que as canções fluem, e o jeito que elas vão de uma nota para outra – às vezes ele acha que uma combinação de canções dificulta a afinação, então ele se atenta a isso. Aí só depende de quanto tempo temos, e como é o lugar – uma canção como Black Rain não soaria boa em um galpão cavernoso, mas pode ficar bem em um teatro.

Hoje em dia a indústria da música é mais baseada no single ao invés de fazer ótimos albuns. O que você acha disso?
Ainda vemos muitos álbuns por aí, mas percebemos que o mundo mudou – sempre tentamos fazer um álbum de ótimas músicas do começo ao fim, mas consigo ver que isso pune as pessoas que costumavam fazer um álbum de um ou dois singles muitas ‘para encher linguiça’…

Você está interessado em novas bandas/músicos e você os ajuda a acharem seu caminho na indústria da música?
É claro – a melhor coisa que podemos fazer é convidar boas bandas para tocarem conosco, que é o que sempre fizemos.

Já existem planos para o álbum número 5?
Não – ainda estamos na turnê do álbum 4!

Quais países, em que não esteve, gostaria de visitar?
Gostaria de voltar para a China, e tocar em mais lugares lá, além da Nova Zelândia, e alguns dos países que perdemos na América do Sul, como Bolívia, Equador, Venezuela… Também acho que deveríamos ir para o Havaí, e eu adoraria tocar no Alasca!

Ter filhos e casar afeta a composição e os assuntos sobre os quais vocês escrevem?
A vida certamente contribui com sobre o que Tim escreve, então eu diria que sim.

Sabemos que Tom é um brilhante compositor desde a canção Closer Now e Jesse desde sua época com The Mets e Mt. Desolation. Mas por que todas as canções do Keane são escritas pelo Tim?
Tom nunca mandou uma canção que ele queira que façamos, mas quem sabe o que pode acontecer no futuro.

Qual lugar em que você tocou é o seu favorito e por quê?
Essa é uma pergunta quase impossível, mas muitos dos primeiros shows têm boas lembranças – o primeiro Glastonbury, por exemplo.

Novamente, muito obrigado pela oportunidade!
Sem problemas. Obrigado pelo ótimo conjunto de perguntas!

Fontes: Keane e Keane Nederland


Perguntas e respostas com Tim Rice-Oxley sobre a turnê na Ásia

Olá, Tim. Como vai?
Muito bem, obrigado. Fiz uma grande caminhada por Bangkok esta tarde e meus pés estão doendo.

Onde você está agora?
Estou em um avião voando da Tailândia para casa. Ficaremos em casa por alguns dias e então iremos a Beirute e depois a turnê europeia.

Então, vocês ficaram na Ásia por 10 dias, como está indo?
Foi uma turnê realmente ótima. Todos foram muito acolhedores e amigáveis. Também sinto que consegui ver um pouco mais de algumas das cidades que visitamos do que o normal. Encontramos algumas pessoas interessantes e nos divertimos muito.

Como foram os shows até agora?
As plateias foram ótimas e acho que tocamos muito bem. Foram shows grandes também, o que nos faz sentir muito especiais. Também tocamos algumas canções que não tocamos por um tempo, como The Lovers Are Losing e Snowed Under, o que nos mantém em alerta.

As plateias estão ótimas das fotos do Richard.
Sim, eles foram incrivelmente entusiastas, muitos rostos sorridentes e cantoria muito alta…!

Com um show a cada dois dias e as distâncias muito grandes entre eles, provavelmente você está gastando muito tempo viajando?
A viagem tem sido definitivamente intensa. Muitos voos e muito tempo gasto em vans de e para aerportos e casas de shows. Jakarta tem o trânsito mais louco que vivenciamos até agora!

O que você tende a fazer enquanto está em voos?
Normalmente eu leio – acabei de terminar Trópico de Capricórnio de Henry Muller, e fui para Caravana de Destinos de John Steinbeck. Se o voo for um pouco mais longo eu posso ficar preso em um pouco de Modern Family ou Mad Men.

Você também está visitando alguns lugares onde o Keane nunca esteve antes – conseguiu fazer algum turismo?
Fiz muito turismo, ou pelo menos consegui ter um pouco de algo cultural, na maior parte dos lugares. Na verdade foi brilhante, porque é frustrante quando você vai pra algum lugar excitante e exótico e sai sem sentir que viu alguma coisa fora o hotel e a casa de shows. Cantamos karaoke em Taipei, experimentamos o Gangnam Style em primeira mão em Seul, comemos muito sushi no restaurante que inspirou a grande cena de luta de Kill Bill em Tóquio, fomos a uma jacuzzi gelada em Jacarta (ok, foi só eu), e visitamos o Grand Palace e pegamos um barco comprido pelo rio em Bangkok. Entre muitas outras coisas. Foi muito divertido.

Quando você voltar, tem apenas umas duas semanas antes da turnê europeia começar. O que fará durante o período de folga?
Acho que são seis dias até voarmos para Beirute, então não é muito tempo. Eu estarei principalmente cuidando de uma pilha enorme de lavanderia dessa turnê, e fazer coisas empolgantes como ir ao dentista. Me deseje sorte.

E provavelmente você está ansioso com as datas europeias e em finalizar o ano com a turnê nas arenas britânicas?
Sim, acho que esse é o nosso ano mais corrido de todos. Esses últimos meses são particularmente intensos, na melhor maneira possível. Sinto que estamos nos divertindo e tocando muito bem, então é ótimo ficar ocupado até o Natal. A turnê europeia é facilmente a mais extensa que já fizemos, com muitos lugares novos, e será um prazer estar de volta às arenas do Reino Unido tocando as canções de Strangeland.

Fonte: keanemusic.com


Páginas:12345